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Nós, O livro do amor.

13 janeiro 2015



Sempre me lembro de você quando escrevo. Acho que coloco cada pedacinho da nossa história que não aconteceu nas palavras, e assim a realizo. É claro que um dia essa inspiração passa, mas jamais vou esquecer que você faz parte dela. Ultimamente tenho aprendido a viver mais, sentir mais, curtir mais... quando digo curtir não é acender o cigarro na balada, levantar o copo e deixar a noite nos levar sem rumo, não! Digo curtir algumas partes de mim, descobrir quem eu sou, além de tudo, aprendi que são muito importantes, e principalmente, aprendi com você. Como assistir um filme no sábado a noite, assinar Netflix e suspirar com as comédias românticas, rir com os desenhos animados, ler sobre política e acreditar em um país melhor, chorar sem motivo, pegar um livro na biblioteca e deixar ele encostado na estante.

Errar um pouco comigo, errar faz bem! A vida é minha e com certeza aprender eu aprendo todos os dias. Erros e acertos fazem parte de quem eu sou hoje, e ainda tenho muito para mudar e descobrir. A garota que acha que um dia amou de verdade mas não passava de imagens dentro do coração dela. E sabe o que eu descobri? Que a imaginação tem que ser vivida! Como realizar sem ao menos imagina? Uma coisa faz parte da outra, é um ciclo eterno de aprendizagem. Você sempre vai existir em minha mente, mesmo que eu me esqueça algumas horas do dia (e agradeço por isso).  Acho que você mora mais em mim do que na tua própria casa.

Hoje eu acordei com vontade de abraçar a vida e sentir cada pedacinho dela. Pode parecer óbvio mas… é quando descobrimos a felicidade dentro da gente que paramos de buscar ela nas outras pessoas. E quando isso acontece… aquela pessoa se torna uma pintura em nossas vidas, uma pintura que nós mesmos pintamos do jeito que imaginamos, mas fica lá na parede como todas as outras que acrescentaram cores na nossa vida. Obrigada por colorir mais ainda o meu nome e a minha vida. Amar é mesmo uma arte!

E o final do livro? Bom, eu achei que ele era um livro raro no qual o fim jamais chegaria ao fim. Eu poderia nos descrever com uma simples e grandiosa palavra: infinidade. E quem ousaria por um fim no infinito que é amar? Eu que não. Mas como os Los Hermanos já dissera: “Todo carnaval tem seu fim.” E ainda assim cá estou eu, te escrevendo além dos pontos finais, porque nós jamais passamos de reticências. Aliás, obrigada mais uma vez.

Espero que tenham gostado! Beijos e até a próxima.

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